sábado, 8 de outubro de 2011

Minha menina.

“Nunca a vira tão meiga,
Oh, minha menina, seu sorriso me encadeia.
Entre ferros de uma árvore e frestas dentre folhas.
Flores, como me lembram seu perfume.
Seus ondulados, cabelo enfeitado e uniforme.
Como brilha. Como encanta!
Aqui é observada e descrita como perfeição.
E a rima me foge com a dispersão.
Largo a concentração.
Você me nota.
Envolvo-lhe e solto como num soluço.
Você se encanta.
Vem e capta como um objetivo que flutua dentre oxigênio e poeira.
E me encadeia.”

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