Cobertas brancas - minto, fronhas - cobrem. E daí?
Daí que, como vou lembrar se cobri?
Se te cubro, cubro meu passado. Cubro tudo.
E o que me resta? O que me renderá daí para manter o fato de que
sempre - desde você - escrevo, e para você
senão tu na minha tristeza?
Sai. Sei que tenho a ti.
Sai. Teu controle, já sei!
Tu conhece meu saber, então
sai. Para qu'eu possa te escrever.
(e omitir tremenda covardia.)

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