1. Divago:
Não soube onde estava o eu mais profundo até o momento. Desacreditei estar vivo - até você me livrar: inspirar. É como se o procurasse ha muitos anos - o menino que nunca reconheci, mas nos meus sonhos sempre vi: repousando seus óculos na grama enquanto, recostado contra a árvore mais robusta do vale, descansa.
O menino que recita sonhos, e sorri.
O menino que recita sonhos, e sorri.
2. E então, um poema:
Furto tuas palavras
Furto teus pensamentos,
Furto o que faz parte de tudo
o que é parte de ti - pedaços de ti:
Quero-os para mim.
Tomo-os como analgésico, procurando
e achando incessantemente
o que se perdeu de mim.
Acho-me em ti e tu me devolves a mim.
A partir do instante que m'encontro
excitada,
instigada,
descaradamente viciada,
me imponho:
apaixonada.
C.R.
apaixonada.
C.R.

Insesante sou, e vou alem com a continua inteção
ResponderExcluirAgora que respira com mais liberdade com a ligeira vibração que atravessa seu corpo
Se acalme, se mantenha. sempre viva, deite-se e sempre sonhe.
Estamos condenados a liberdade? Volte ao caminho do mistério que nos aponta pra dentro do teu sonho !
Só assim, nosso contraponto pode ser duas melodias soando ao mesmo tempo, logo, poderemos ser também poeira estrelar, logo que a gente se livrar e: inspirar ! poderemos ver os mesmos vagalumes enquanto estamos distantes- mas ali deitados e voltados um ao outro.
Vamos fazer a livre técnica de associação dos sonhos que falou Freud.
Vamos nos excitar, nos estigar e nos viciar.... porque eu quero furtar teus sonhos!
Teu tempo e teus lextoans, !