Tua agonia toma espaço (cada vez mais) e tua força desgastará até a pedra que,
olhando as ondas a recuar, e a bater, se mostra a mais rasa do mar:
Enquanto prédios dão sombra
ao mar, e tu se modela com
a força, persistência e
o ar, espero que perceba e
ainda, antes que nunca, e agora
veja: que as ondas irão desgastar
outras pedras do mar. Sempre
seja onde for ou diga
estar, ou sem pre-
cisar.
sábado, 2 de junho de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
A boca da verdade - nem sempre precisou ser, sempre, vencedora.
"Um homem,
uma semana inteira!
Esse mesmo homem
sem eira nem beira.
(e sem ponteiros)
E diáriamente, esse
dá um bom sábado
e outro boa na terça-feira.
E sempre, repete-se,
sempre a mesma resenha..."
uma semana inteira!
Esse mesmo homem
sem eira nem beira.
(e sem ponteiros)
E diáriamente, esse
dá um bom sábado
e outro boa na terça-feira.
E sempre, repete-se,
sempre a mesma resenha..."
Isento consequente.
Cobertas brancas - minto, fronhas - cobrem. E daí?
Daí que, como vou lembrar se cobri?
Se te cubro, cubro meu passado. Cubro tudo.
E o que me resta? O que me renderá daí para manter o fato de que
sempre - desde você - escrevo, e para você
senão tu na minha tristeza?
Sai. Sei que tenho a ti.
Sai. Teu controle, já sei!
Tu conhece meu saber, então
sai. Para qu'eu possa te escrever.
(e omitir tremenda covardia.)
Daí que, como vou lembrar se cobri?
Se te cubro, cubro meu passado. Cubro tudo.
E o que me resta? O que me renderá daí para manter o fato de que
sempre - desde você - escrevo, e para você
senão tu na minha tristeza?
Sai. Sei que tenho a ti.
Sai. Teu controle, já sei!
Tu conhece meu saber, então
sai. Para qu'eu possa te escrever.
(e omitir tremenda covardia.)
segunda-feira, 9 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Roube meus sonhos mas me deixe o que ainda é meu.
Estagnada e desesperançosa d'entre linhas de ar esmaecidas que me atam em poeira e cadência.. e bla's com mais lirismo: Você me toma a motivação inteira. Por que ainda te avisto? Por que não logo o matei?
E os mesmos porquê's servirão para essas indagações sem eira nem beira.
Largo meu pulso já gasto nos teus desmazelos. E repito. E acordo plena de esforço mental.
O sonho não seria a minha coordenação refletida em marionetes e imaginação?
E era pra ser meu..
Me devolva.
E os mesmos porquê's servirão para essas indagações sem eira nem beira.
Largo meu pulso já gasto nos teus desmazelos. E repito. E acordo plena de esforço mental.
O sonho não seria a minha coordenação refletida em marionetes e imaginação?
E era pra ser meu..
Me devolva.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Fantasmada.
Atada em estágios que me torturam em infinitas tentativas sufocantes de me deixar louca em tantos e muitos dos sentidos.
"Culpa... culpa ? Raiva!
Choro em raiva, de raiva,
de tanta culpa em nada.
Sua desgraça.. Tua!
Tremenda, culpada,
mas eternamente em minha sombra.
Fantasma amada."
"Culpa... culpa ? Raiva!
Choro em raiva, de raiva,
de tanta culpa em nada.
Sua desgraça.. Tua!
Tremenda, culpada,
mas eternamente em minha sombra.
Fantasma amada."
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Quem sou eu
- Marionnette.
- A red curled hair head puppet without leg. Can you imagine that? - Nice to meet you too.