sábado, 2 de junho de 2012

Me desgaste, para que possa (também) me renovar.

Tua agonia toma espaço (cada vez mais) e tua força desgastará até a pedra que, 
olhando as ondas a recuar, e a bater, se mostra a mais rasa do mar:

Enquanto prédios dão sombra
ao mar, e tu se modela com
a força, persistência e
o ar, espero que perceba e
ainda, antes que nunca, e agora
veja: que as ondas irão desgastar
outras pedras do mar. Sempre
seja onde for ou diga
estar, ou sem pre-
cisar.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A boca da verdade - nem sempre precisou ser, sempre, vencedora.

 "Um homem,
uma semana inteira!
Esse mesmo homem
sem eira nem beira.
(e sem ponteiros)

E diáriamente, esse
dá um bom sábado
e outro boa na terça-feira.

E sempre, repete-se,
sempre a mesma resenha..."

Isento consequente.

Cobertas brancas - minto, fronhas - cobrem. E daí?
Daí que, como vou lembrar se cobri?
Se te cubro, cubro meu passado. Cubro tudo.
E o que me resta? O que me renderá daí para manter o fato de que
sempre - desde você - escrevo, e para você
senão tu na minha tristeza?

Sai. Sei que tenho a ti.
Sai. Teu controle, já sei!
Tu conhece meu saber, então
sai. Para qu'eu possa te escrever.
(e omitir tremenda covardia.)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Tu diz que eu apelo e vê o que diz.

Eu explico que digo o que vejo:
um leito vasto de pesares e glória,

e escrevo.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

a

amono
amonotonia doseudia apósdia
amonotonia doseu
doseudia após
dia
dia
dia

tonia.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Roube meus sonhos mas me deixe o que ainda é meu.

Estagnada e desesperançosa d'entre linhas de ar esmaecidas que me atam em poeira e cadência.. e bla's com mais lirismo: Você me toma a motivação inteira. Por que ainda te avisto? Por que não logo o matei?
E os mesmos porquê's servirão para essas indagações sem eira nem beira.
Largo meu pulso já gasto nos teus desmazelos. E repito. E acordo plena de esforço mental.

O sonho não seria a minha coordenação refletida em marionetes e imaginação?
E era pra ser meu..

Me devolva.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Fantasmada.

Atada em estágios que me torturam em infinitas tentativas sufocantes de me deixar louca em tantos e muitos dos sentidos.

"Culpa... culpa ? Raiva!
Choro em raiva, de raiva,
de tanta culpa em nada.
   
Sua desgraça.. Tua!
Tremenda, culpada,
mas eternamente em minha sombra.
Fantasma amada."

Viva a revolução poética !

Viva a revolução poética !
Concorde também com essa causa.

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A red curled hair head puppet without leg. Can you imagine that? - Nice to meet you too.

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