"Um homem,
uma semana inteira!
Esse mesmo homem
sem eira nem beira.
(e sem ponteiros)
E diáriamente, esse
dá um bom sábado
e outro boa na terça-feira.
E sempre, repete-se,
sempre a mesma resenha..."
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Isento consequente.
Cobertas brancas - minto, fronhas - cobrem. E daí?
Daí que, como vou lembrar se cobri?
Se te cubro, cubro meu passado. Cubro tudo.
E o que me resta? O que me renderá daí para manter o fato de que
sempre - desde você - escrevo, e para você
senão tu na minha tristeza?
Sai. Sei que tenho a ti.
Sai. Teu controle, já sei!
Tu conhece meu saber, então
sai. Para qu'eu possa te escrever.
(e omitir tremenda covardia.)
Daí que, como vou lembrar se cobri?
Se te cubro, cubro meu passado. Cubro tudo.
E o que me resta? O que me renderá daí para manter o fato de que
sempre - desde você - escrevo, e para você
senão tu na minha tristeza?
Sai. Sei que tenho a ti.
Sai. Teu controle, já sei!
Tu conhece meu saber, então
sai. Para qu'eu possa te escrever.
(e omitir tremenda covardia.)
segunda-feira, 9 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Roube meus sonhos mas me deixe o que ainda é meu.
Estagnada e desesperançosa d'entre linhas de ar esmaecidas que me atam em poeira e cadência.. e bla's com mais lirismo: Você me toma a motivação inteira. Por que ainda te avisto? Por que não logo o matei?
E os mesmos porquê's servirão para essas indagações sem eira nem beira.
Largo meu pulso já gasto nos teus desmazelos. E repito. E acordo plena de esforço mental.
O sonho não seria a minha coordenação refletida em marionetes e imaginação?
E era pra ser meu..
Me devolva.
E os mesmos porquê's servirão para essas indagações sem eira nem beira.
Largo meu pulso já gasto nos teus desmazelos. E repito. E acordo plena de esforço mental.
O sonho não seria a minha coordenação refletida em marionetes e imaginação?
E era pra ser meu..
Me devolva.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Fantasmada.
Atada em estágios que me torturam em infinitas tentativas sufocantes de me deixar louca em tantos e muitos dos sentidos.
"Culpa... culpa ? Raiva!
Choro em raiva, de raiva,
de tanta culpa em nada.
Sua desgraça.. Tua!
Tremenda, culpada,
mas eternamente em minha sombra.
Fantasma amada."
"Culpa... culpa ? Raiva!
Choro em raiva, de raiva,
de tanta culpa em nada.
Sua desgraça.. Tua!
Tremenda, culpada,
mas eternamente em minha sombra.
Fantasma amada."
sábado, 26 de novembro de 2011
Coração:
Pulsante, pôs suas entranhas para fora
quando em som berrante não fora em sua grandeza útil,
pleno de suficiência.
"Oh, céus! Inverso, iluso..
Oh, vida lasqueira!"
quando em som berrante não fora em sua grandeza útil,
pleno de suficiência.
"Oh, céus! Inverso, iluso..
Oh, vida lasqueira!"
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Quem sou eu
- Marionnette.
- A red curled hair head puppet without leg. Can you imagine that? - Nice to meet you too.