Um lápis de ponta fina,
ou uma agulha, confusa e rasa
Dentro d'um palheiro.
Afiados, ambos.. Desdenham-me.
Receio. Sem forças para lhes embotar.
A repetição d'uma nota
um ritmo,
d'um mesmo ritmo,
mesmo engasgo.
A repetição.. Tortura-me.
O ranger de um jingle corrompido..
Tais enfermidades tomam-me
desmotivada, liquificada,
terminada por sua persistência
árdua,
de me deixar aos olhos
e pele, dores
de experiências passadas.
Clara e sua intenção
apontada, direta, reta..
Firme! Mas sempre
por fim, raspa.
Má! A sincera sobra
d'uma realidade,
e toda minha sincera
incapacidade.
Raiva!
Motivação tamanha,
cadê?

Tá uma coisa que eu não sabia que a Carol podia fazer... Parabéns guria manda brasa o/
ResponderExcluirNum sentimento cabem mil palavras. por isso, muitos falham em escolher as palavras certas, em dar forma ao que é invisível e sabor ao insípido.
ResponderExcluirAos que conseguem, atribuem-se o título de poetas.
Fico feliz em constatar que conheço uma poetisa tão talentosa.